Um livro infantil por dia mantém uma mente feliz.
- Larissa S. Cordeiro
- 19 de mai. de 2024
- 1 min de leitura
Desde quando decidi que estudaria Literatura Infantil, sabia inconscientemente que estudaria um gênero literário, que diferente de todos os outros gêneros, mexeria com sentidos que somente eu, uma adulta, poderia tribuir a um livro que fora feito para uma criança. Escolhia inconscientemente me permitir chorar em uma livraria lendo O pato, a morte e a tulipa, escolhia sorrir ao folhear Todos los días na livraria Ateneu na Argentina, escolhia me humanizar atarvés de uma literatura tida históricamente como inocente, afinal ela foi/é escrita para crianças. Será?

Conscientemente, quando decidi estudar literatura infantil, decidi militar pelo entendimento dessa literartura como potência, como ferramenta de transformação de sociedades e mais do que isso, como manutenção de uma mente feliz.
Dialogando com meus interesses de pesquisa, conscientemente escolhi criar no mundo um espaço para eu refletir e partilhar com o mundo os caminhos da literatura infantil, feita por mulheres, ou não, mas principalmente. E assim inauguro no mundo, esse espaço de ser feliz lendo livros infantis.
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